Você vai fazer exercícios físicos depois de ler isto.

Você sabe a diferença entre atividade física e exercício físico?

De acordo com Caspersen, todo movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que resulta em gasto energético é denominado atividade física. Já o exercício físico pode ser conceituado como um tipo especial de atividade física que é planejada, estruturada e repetitiva, tendo como objetivos finais ou intermediários a manutenção e a melhoria da saúde, do condicionamento físico, da estética corporal ou performance em competições.

“Mas o que tem a ver atividade física com minha vida? Sou uma pessoa ocupada, não tenho tempo pra nada!”. Ouço todos os dias e falei isso por muito tempo. “Minha rotina é extenuante, cuido da casa dos filhos, meu trabalho é braçal, super cansativo”. Já não basta?

Os especialistas falam que uma rotina intensa de atividades físicas pode ajudar, mas tentar encaixar um exercício físico 3 a 5 vezes na semana seria o ideal. O exercício físico bem conduzido, principalmente quando conduzido por um profissional de educação física tem um nível mais completo de benefícios. Prestamos atenção na nossa respiração, na boa execução da atividade, sem riscos de lesões musculares ou demais danos físicos e mentais.

A falta de atividade física pode reduzir a expectativa de vida em até 10 anos. Aqueles que se exercitam reduzem a chance de desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares em até 50%. Portanto, a atividade física foi considerada pelos especialistas do Simpósio de Equilíbrio Energético da Série Ciência da América Latina como a maneira mais eficiente de combater a epidemia de obesidade.

“Um dos fatores determinantes no ganho de peso da população nos últimos anos é o aumento do consumo de ingestão de gordura, e não de carboidratos e açúcares, já que as gorduras têm um maior impacto no desequilíbrio de energia”, defendeu  Eric Ravussin, diretor do Centro Biomédico Pennington de Pesquisa em Nutrição sobre Obesidade da Universidade do Estado de Louisiana. 

“Cinco intervenções no estilo de vida podem reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo dois em até 90%: não fumar, ter um consumo moderado de álcool, comer cinco porções de frutas e vegetais, fazer pelo menos 150 minutos de exercícios físicos por semana, equivalente a meia hora por dia, e ter um peso adequado”, explicou Dupley.

Mas como devo iniciar a prática de exercícios físicos de forma correta?

Para iniciar a prática de algum exercício físico é muito importante que se passe por uma consulta médica presencial. O ideal seria uma consulta interdisciplinar com um clínico, nutrólogo e cardiologista. Para atletas, principalmente os de alta performance, é imprescindível exames cardiológicos e até mesmo pulmonares anuais.

Os exames laboratoriais podem complementar a avaliação, solicitando-se, basicamente, hemograma completo, glicose em jejum, ureia, creatinina, sódio, potássio, lipidograma, ácido úrico, hepatograma, coagulograma, parasitológico de fezes e sumário de urina. Tais exames terão como objetivo a pesquisa de doenças relacionadas ao esporte e que podem alterar a performance desse esportista. Outros exames laboratoriais também podem ser solicitados, sempre de acordo com a história clínica, áreas endêmicas, etnia, etc.

Não é à toa que hoje existem médicos que fizerem um curso de especialização em Medicina do Esporte, dada a extrema importância de uma companhamento de perto desses atletas. Evidentemente não podemos esquecer do suporte da Nutrição, da Fisioterapia, Psicologia, Educação Física e outras áreas da Saúde, de extrema relevância no cotidiano do atleta.

Dr. Carlos Teotônio

Médico

Nutrologia Clínica

Medicina Natural

Estudioso da Alimentação Saudável e Medicina do Estilo de Vida

Certificado em Plant-Based Nutrition pela Cornell University

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